domingo, 29 de novembro de 2015
Projeto Cisterna Nas Escolas
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Ato Público por um Semiárido vivo, nenhum direito a menos!
Agricultores e agricultoras, movimentos sociais, entidades não governamentais que integram a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) caminham unidos no Ato Público por um Semiárido vivo, nenhum direito a menos!
A concentração ocorreu nessa manhã do dia 17 de novembro saindo da catedral de Petrolina para Juazeiro-BA.






Eline Souza/Comunicadora Poplular






Eline Souza/Comunicadora Poplular
Ato Público que ocorrerá no dia 17 de novembro. Por um Semiárido vivo, nenhum direito a menos!
O caráter político desta manifestação
O caráter de nossa manifestação é de defesa do Semiárido. Portanto, não é contra
ou a favor do Governo ou processo semelhante. A centralidade de nossa
manifestação é destacar o Semiárido, sua viabilidade, o protagonismo de sua gente
e a importância de que não apenas as políticas que já existem para a convivência
sejam mantidas no mesmo patamar e/ou ampliadas, como se criem novas.
Precisaremos denunciar qualquer tipo de risco que o Semiárido possa correr. Não
aceitaremos nenhum direito a menos!
Vivemos uma das maiores secas dos últimos tempos. Em alguns lugares, a maior já
registrada em 515 anos desde a ocupação portuguesa. Não podemos permitir
retrocessos e voltar a vivenciar a miséria, a fome e a morte que marcaram de
sangue nossa história.
Devemos dar tudo para que o ato seja bonito, traga a cara, os problemas que
enfrentamos e nossa força política. NOSSAS CONQUISTAS E NOSSOS
AVANÇOS!
Contudo, nossa trajetória histórica sempre nos colocará na luta pela Democracia, no
respeito à decisão da maioria das pessoas, das quais, muitas delas aqui do
Semiárido. Neste intuito, denunciaremos todo e qualquer processo antidemocrático.
O impeachment na atual conjuntura é golpe.
Temos que avançar. Recuar, jamais!
Associação Programa Um Milhão
de Cisternas para o Semiárido (AP1MC)
Articulação Semiárido Brasileiro (ASA)
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
P1+2 fortalece a convivência no Semiárido alagoano
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Seminário Internacional no Semiárido Alagoano
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
ESTRATÉGIA DE AÇÃO PARA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS SAUDÁVEL NO SEMIÁRIDO ALAGOANO
Agricultores e agricultoras, líderes comunitárias, animador de campo e comunicadora popular se reuniram na comunidade Jiquiri em Minador do Negrão-AL, no dia 20 de outubro para trocar experiência de convivência com o Semiárido. No encontro eles discutiram sobre a produção de alimentos saudáveis e as alternativas para viver no Semiárido no período de estiagem.
A agricultora Salete Marques que conquistou a cisterna calçadão do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) em 2014 mostrou aos participantes os cultivos de cenoura, coentro, tomate, pimentão, cebolinha, couve e frutíferas, adquiridas através do Programa. “Agora posso consumir alimento de qualidade e estou conseguindo porque aprendi nos cursos a fazer o canteiro sapuco. Com esse tipo de canteiro posso plantar de janeiro a janeiro. Também, uso cobertura morta e não descuido das minhas plantas”.
O encontro foi marcado pelo depoimento de outros agricultores que estão plantando hortaliças com a técnica do canteiro sapuco. A troca de experiência despertou o interesse dos agricultores e agricultoras que não implementaram a técnica do canteiro. Eles se comprometeram a implantar o canteiro e conseguir produzir no período de estiagem.
Além da técnica do canteiro os participantes do encontro discutiram formas de reuso da água, de conservação do solo e da luta contra o agrotóxico.
Eline Souza
Comunicadora Popular
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Feijão sem agrotóxico é produzido no sertão alagoano
As sementes de qualidade, sem uso de agrotóxico, produzida pelo agricultor familiar Sebastião Damasceno do sítio Cabaceiro, na comunidade Lages dos Barbosa em Santana do Ipanema-AL é comercializada no restaurante Serafim em Maceió-AL, que trabalha com produtos naturais.
“No Semiárido alagoano a agricultura familiar vem produzindo alimentos de qualidade de origem animal e vegetal. Queremos saúde e a saúde começa pela boca. Assim, esperamos encontrar outros espaços para comercializar as sementes crioulas e outros produtos, que são produzidos com respeito a toda forma de vida”, disse o membro do GT de agroecologia do Cdecma-ASA.
As sementes comercializadas no dia 22 de setembro de 2015, com a proprietária do restaurante Serafim, foram feijão fogo na serra, boi deitado, mulatinho, leite e azuki. Essas e outras diversidades fazem parte do maior banco de sementes do semiárido alagoano.
Assessoria Comunicação Cdecma.
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